O respeito aos mortos acompanha a humanidade desde seus primórdios, como um gesto que revela culturas, crenças e modos de vida. Em Barretos, essa relação entre os vivos e aqueles que partiram Ler mais
Convido o leitor a viajar comigo para um tempo anterior à chegada das famílias Barreto e Marques, quando Barretos ainda era um território quase intocado. Poucos casebres de pau a pique se espalhavam pela Ler mais
Benedito Carlos Piacentini, o Beni, foi uma figura singular e ousada que marcou a história de Barretos entre as décadas de 1950 e 1970, vivendo abertamente como homem homossexual em um período de forte Ler mais
Na década de 1950, Barretos respirava boi e esperança. A cidade, já consolidada como polo da pecuária nacional, pulsava ao ritmo das comitivas que cruzavam seus caminhos de terra batida, conduzindo não Ler mais
Há homens que não se contentam em viver apenas para si. Eles se tornam parte da cidade, da memória e da cultura, como se cada gesto fosse destinado a permanecer. Paulo Bezerra de Ler mais
Em Barretos, quando agosto chega, o ipê-amarelo explode em flores como se a própria cidade se vestisse de ouro para celebrar seu aniversário. Oficialmente consagrado como árvore símbolo pelo Decreto Municipal Ler mais
Em Barretos, as comunicações telefônicas se desenvolveram com notável rapidez. O telefone chegou em 1907, apenas três décadas após sua introdução no Brasil, durante a gestão do prefeito Ler mais
Foi no início do século XX que as mulheres ingressaram de modo definitivo no mercado de trabalho. A princípio, em espaços fechados, pois acreditava-se que assim estariam protegidas dos perigos e Ler mais
Os museus são espaços onde o passado se revela em detalhes e nos permite compreender como viviam nossos antepassados, seus hábitos e costumes. Cada objeto, cada fotografia, cada máquina e até Ler mais

