Barretos, início do século XX. As ruas de terra vermelha e o burburinho da pequena cidade sertaneja testemunhavam a passagem de um homem que, sem querer, se tornaria lenda. Seu nome era Francisco Ler mais
Barretos, 29 de agosto de 1954. A cidade estava em festa: cem anos de história, e os organizadores decidiram que futebol combinava com aniversário, e, cem anos deveria receber uma disputa a altura. Para marcar Ler mais
“Pelo amor de Deus, não façam isto!”, foi assim que Ruy Menezes abriu sua crônica de dezembro de 1992, reagindo à ideia, quase surreal, de trocar o nome de Barretos por “Chão Preto”. Ler mais
Barretos, no início do século XX, descobriu nos cartões-postais uma forma de se apresentar ao mundo. Era preciso mostrar que a cidade se modernizava, que suas praças, igrejas e avenidas refletiam Ler mais
Na crônica de hoje, viajaremos até 1914 para conhecer a história de um prefeito que em meio as responsabilidades do cargo, tomou a decisão rara: renunciar ao mandato. A cidade respirava políLer mais
Em Barretos, a política do início do século XX não cabia apenas nas urnas. Ela transbordava para as esquinas, para os jornais, para as conversas de botequim e, claro, para as Ler mais
Nos livros de atas da Câmara Municipal, com páginas já desbotadas pelo tempo, repousam inúmeras histórias da política barretense. São registros que revelam não apenas os grandes discursos Ler mais
Até 1911, Barretos vivia entre sombras e lampejos. As noites eram governadas por pequenos fachos de luz, frágeis e vacilantes, vindos dos lampiões espalhados pelas ruas. Quem garantia essa claridade era o acendedor de Ler mais
Barretos, década de 1950. O vento soprava poeira pelas ruas e, entre quermesses, procissões e foguetes, surgia uma figura que logo se tornaria inesquecível: Padre Primo Scussolino, da Ordem Estigmatina. Não era Ler mais
João Batista da Rocha nasceu no distrito do Prata em 5 de janeiro de 1914. Aos quinze anos já trabalhava na empresa Roqueti & Santos, mas não demorou a trocar o ofício pelo chamado Ler mais

