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“Pelo amor de Deus, não façam isto!”, foi assim que Ruy Menezes abriu sua crônica de dezembro de 1992, reagindo à ideia, quase surreal, de trocar o nome de Barretos por “Chão Preto”. Ler mais
Barretos, no início do século XX, descobriu nos cartões-postais uma forma de se apresentar ao mundo. Era preciso mostrar que a cidade se modernizava, que suas praças, igrejas e avenidas refletiam Ler mais
Na crônica de hoje, viajaremos até 1914 para conhecer a história de um prefeito que em meio as responsabilidades do cargo, tomou a decisão rara: renunciar ao mandato. A cidade respirava políLer mais
Em Barretos, a política do início do século XX não cabia apenas nas urnas. Ela transbordava para as esquinas, para os jornais, para as conversas de botequim e, claro, para as Ler mais
Até 1911, Barretos vivia entre sombras e lampejos. As noites eram governadas por pequenos fachos de luz, frágeis e vacilantes, vindos dos lampiões espalhados pelas ruas. Quem garantia essa claridade era o acendedor de Ler mais
João Batista da Rocha nasceu no distrito do Prata em 5 de janeiro de 1914. Aos quinze anos já trabalhava na empresa Roqueti & Santos, mas não demorou a trocar o ofício pelo chamado Ler mais
Foi numa dessas viagens despretensiosas pelo labirinto do Facebook que me deparei, não faz muito tempo, com uma publicação antiga — datada de 2013 — no perfil Filmes de Terror & Horror. O texto falava da Ler mais
No Dia da Consciência Negra, é impossível não lembrar de figuras que transformaram nossa história e identidade coletiva. Entre elas, destaca-se Silvestre Gomes de Lima, pioneiro da imprensa barretense e único Ler mais
Era véspera de Finados. A casa mergulhada naquele silêncio típico da data, quando o telefone resolveu quebrar o clima, e não foi com qualquer ligação. Do outro lado da linha, Ler mais
Ibitu não é apenas um ponto no mapa. É um ponto de exclamação na história, uma vírgula entre o passado e o presente, e talvez até um parêntese onde o tempo repousa Ler mais