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Novos letreiros em Barretos: vereador cobra prefeito sobre custos e contratos de substituição

 Novos letreiros em Barretos: vereador cobra prefeito sobre custos e contratos de substituição

A Câmara de Barretos realizou sua sessão ordinária na segunda-feira (14). O foco mirou os letreiros turísticos da cidade. Aquelas estruturas que dão as boas-vindas nas entradas do município podem mudar. O vereador Rodrigo Franco Malaman (PP) quer entender o motivo. Ele enviou um documento oficial e exige respostas diretas do prefeito.

Pense em um requerimento como uma ferramenta de raio-X. O legislador usa esse papel para obrigar o Executivo a mostrar o que acontece nos bastidores de um projeto. Malaman mira a possível instalação de novos portais de identificação. A dúvida central bate na necessidade real da obra.

O parlamentar listou sete perguntas. Ele exige saber se a prefeitura realmente planeja instalar novas estruturas e onde colocará cada uma delas. Ele quer ver os números. O prefeito precisará detalhar o preço exato de cada letreiro e de cada obra. O vereador também cobra um cronograma com as datas de início e de conclusão. O ponto mais sensível do documento bate de frente com as estruturas antigas. Malaman pergunta o motivo de a gestão municipal substituir letreiros que já estão lá. Ele cobra a justificativa técnica, estrutural ou estética para essa troca.

Imagine que a pintura da sua casa comece a descascar. Você passa uma tinta nova ou demole a parede para construir outra? O vereador aplicou essa mesma lógica ao dinheiro público. Ele perguntou se a prefeitura avaliou reformar ou revitalizar os portais atuais antes de decidir comprar novos. Se os técnicos fizeram essa avaliação, Malaman quer o resultado na mesa dele. Ele também aperta o cerco sobre a papelada. O documento exige os números dos procedimentos administrativos, contratos, licitações, dispensas e os nomes das empresas envolvidas no negócio.

Malaman tenta garantir a transparência da administração e travar qualquer desperdício de recursos. Ele argumenta que uma simples reforma custaria bem menos aos cofres municipais. Agora, a prefeitura tem o dever de abrir essas planilhas e detalhar os gastos para provar que a troca de letreiros não vai pesar sem necessidade no bolso do pagador de impostos.

Redação

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