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“O corpo avisa”: Mônica Brito Malta explica como a medicina chinesa lê sinais e propõe cuidado integrativo

 “O corpo avisa”: Mônica Brito Malta explica como a medicina chinesa lê sinais e propõe cuidado integrativo

Da massoterapia à acupuntura, passando por quiropraxia, reiki e técnicas de avaliação tradicionais como leitura de pulso e língua, a terapeuta integrativa Mônica Brito Malta defende um olhar ampliado para o cuidado com a saúde. Em entrevista, ela relata como iniciou na área, explica diferenças entre as técnicas e afirma que o objetivo do seu atendimento é “equilibrar” aspectos físicos, mentais e emocionais, sempre como suporte — e não substituição — ao acompanhamento médico.

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Instagram: @monicamalta_mtc

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DE CABELO A TERAPEUTA: UMA VIRADA PROFISSIONAL

Mônica conta que o primeiro passo não foi a acupuntura — foi a massoterapia. Na época, ela trabalhava com beleza quando uma situação cotidiana a fez repensar a carreira.

“Eu tinha um salão de beleza… comecei a fazer uma massagem no couro cabeludo de uma cliente. E ela: ‘Você está na profissão errada’. Aquilo me despertou.”

A partir daí, ela buscou cursos, aprofundou estudos e, mais tarde, passou pela formação em acupuntura em uma escola especializada, além de ampliar a atuação para outras práticas integrativas.

“Começou tudo com a massoterapia. Aí me desenvolvi… e hoje a gente faz um tratamento bem legal.”

POR QUE MEDICINA INTEGRATIVA? “EMOÇÕES E SINTOMAS ANDAM JUNTOS”

Segundo Mônica, o interesse pela medicina tradicional chinesa veio da percepção de que queixas físicas e estados emocionais frequentemente se misturam.

“Eu percebi que, além dos sintomas, as emoções e os sintomas andavam juntos. Foi aí que eu fui atrás da medicina tradicional chinesa… que alia tudo sobre o bem-estar da pessoa.”

Ela afirma que, no atendimento, a avaliação é um ponto central antes de definir qualquer técnica.

“A gente tem uma avaliação completa… tem avaliação de pulso e língua… O corpo conta. Do que contar, o corpo conta.”

O QUE É O QUÊ? E COMO AS TÉCNICAS SE CONECTAM

Na entrevista, Mônica resume, em linguagem simples, como entende cada prática:

  • Massoterapia: uso das mãos com diferentes técnicas de toque e manobras. “Masso vem de mãos… é a melhor terapia para fazer com as mãos.”
  • Acupuntura: estímulo de pontos específicos (com agulhas, pressão, shiatsu ou recursos que imitam o estímulo). “É uma técnica milenar… feita em cima dos pontos específicos… pode ser com pressão… pode ser com aparelhos.”
  • Reiki: prática de energização e equilíbrio. “É uma energização… imposição de mãos para reequilíbrio energético.”
  • Quiropraxia: técnica voltada a ajustes e alinhamento, segundo avaliação individual. “Ajuda muito… não é só estalo… é uma técnica… ajustar a coluna ao longo do eixo.”

Ela afirma que a escolha do método depende do que percebe no atendimento: “Dependendo do que o corpo mostrar… a melhor técnica vai ser aplicada durante o tratamento.”

DOR FREQUENTE “NÃO É NORMAL”, DIZ TERAPEUTA

Questionada sobre dores comuns no dia a dia, ela faz um alerta: “As dores frequentes não são normais. São alertas do corpo.”

Mônica também chama atenção para hábitos atuais — como uso intenso de telas e posturas mantidas por longos períodos — inclusive entre adolescentes. “Hoje… muito celular, muito computador… tenho pacientes com 12, 13 anos… por causa da postura.”

CUIDADO INTEGRATIVO E MEDICINA TRADICIONAL: “NÃO SUBSTITUI”

Ao falar sobre pessoas que chegam ao consultório após longos períodos usando medicamentos, Mônica ressalta que enxerga sua atuação como complementar. “Os médicos são essenciais dependendo de como está o paciente. Eu vou auxiliar… pra gente estar alinhando o melhor.”

Ela também critica a ideia de tratar apenas o sintoma, defendendo um olhar mais amplo. “Com todo respeito à medicina tradicional… boa parte trata os sintomas. A medicina oriental vem pra tratar o problema na raiz.”

UM ATENDIMENTO QUE COMEÇA NA ESCUTA

Mônica descreve que o ambiente e a condução do atendimento, para ela, fazem parte do processo. “É um trabalho voltado de acalento, carinho, escuta. Coloca uma música acalmante… luz… cheirinho… cama quentinha… isso relaxa muito.”

“ESCUTE O CORPO ANTES QUE ELE GRITE”: O CONSELHO FINAL

No fim da entrevista, a terapeuta deixa um recado direto para quem sente que precisa se cuidar mais: “Escutar o corpo antes que ele grite, porque quando grita já tem alguma coisa errada. Cuidar da saúde hoje é melhor prevenir do que remediar.”

Ela cita medidas simples do cotidiano: água, alimentação, movimento e pausa no ritmo acelerado. “O pessoal não toma água… e quando vai tomar, toma refrigerante. Caminhada… vai dar uma volta no quarteirão.”

ASSISTA A ENTREVISTA EM VÍDEO EM NOSSO CANAL:

Igor Sorente

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