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Um amor marcado pela fragilidade da vida: por que “A culpa é das estrelas” emociona até hoje

 Um amor marcado pela fragilidade da vida: por que “A culpa é das estrelas” emociona até hoje

O escritor americano John Green, autor de ‘A culpa é das estrelas’ (Foto: Divulgação/Intrínseca)

A Culpa é das Estrelas, do John Green, é um livro que já começa deixando claro que a história não vai terminar bem. A gente acompanha a Hazel, uma garota com câncer que vive tentando lidar com a própria condição de forma prática, sem muita ilusão. No grupo de apoio ela conhece o Augustus, que também já passou pela doença, e os dois criam uma conexão muito forte, feita de humor, inteligência e um tanto de dor.

Um ponto importante da história é a obsessão da Hazel por um escritor, o que leva ela e o Augustus a viajarem para Amsterdã. Lá, ela busca respostas sobre o final do livro que tanto ama, mas acaba se frustrando com o autor. Mesmo assim, a viagem vira um momento marcante para os dois — cheio de descobertas, afeto e aquela sensação agridoce de que nada na vida é garantido.

Pra mim, o livro funciona porque fala de amor, medo e limite sem ser apelativo. Ele é triste, sim, mas também é humano. Não é só sobre doença — é sobre viver mesmo sabendo que tudo é frágil. E talvez seja por isso que ele marcou tanta gente no mundo todo.

Ficha técnica

Título: A Culpa é das Estrelas
Autor: John Green
Título Original: The Fault in Our Stars
Gênero: Romance / Jovem adulto
Editora (Brasil): Intrínseca
Ano de Publicação (Brasil): cerca de 2012/2014
Páginas (edição brasileira): aproximadamente 280-290

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