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Amanda da Silva é identificada como mulher morta e esquartejada em Rio Preto

 Amanda da Silva é identificada como mulher morta e esquartejada em Rio Preto

Amanda da Silva, de 30 anos, foi identificada pela Polícia Civil como a vítima do crime descoberto após partes de seu corpo serem encontradas em lixeiras no bairro Parque Estoril, em São José do Rio Preto.

A mulher encontrada morta e esquartejada em São José do Rio Preto (SP) foi identificada como Amanda da Silva, de 30 anos. Natural de Jandira (SP), ela era mãe de três crianças e, segundo informações divulgadas pelo g1 e pela TV TEM, vivia em situação de rua.

O crime foi descoberto em 27 de julho, quando partes do corpo de Amanda foram encontradas dentro de duas lixeiras de uma marmitaria, no bairro Parque Estoril, em São José do Rio Preto. Imagens de câmeras de segurança obtidas pela TV TEM mostram o suspeito, o açougueiro Marciel Dias dos Santos, de 29 anos, carregando sacos e os descartando em uma das lixeiras.

Câmera de segurança registra açougueiro suspeito de esquartejar mulher / Foto: Reprodução/Câmera de segurança/ G1

Segundo a investigação, Marciel confessou o crime e está preso temporariamente desde o dia 01 de agosto. Em depoimento, ele afirmou que conheceu Amanda dias antes em uma praça e a levou para sua casa para um encontro.

Ainda conforme o relato apresentado pelo suspeito à polícia, os dois teriam discutido e trocado agressões. Ele afirmou que Amanda bateu a cabeça durante a briga e morreu. Depois disso, segundo a própria versão de Marciel, ele esquartejou o corpo e fez várias viagens entre a residência e as lixeiras para descartar os restos mortais.

A Polícia Civil, no entanto, investiga as circunstâncias da morte. De acordo com o g1, Amanda apresentava cerca de 20 perfurações no peito. Os exames não conseguiram determinar se houve também violência sexual.

Vestígios de sangue foram encontrados na casa de Marcel / Foto: Jorge Eduardo Thoma/Fotógrafo técnico-pericial / G1

Identificação

A identificação foi possível após a polícia recuperar os antebraços e as mãos da vítima, encontrados no piscinão do Parque Estoril em 5 de agosto.

O estado avançado de decomposição dificultou o trabalho. Como parte da investigação, o Instituto de Criminalística de Rio Preto fez uma reconstrução aproximada do rosto de Amanda a partir do crânio encontrado. A imagem foi comparada com fotografias de uma mulher desaparecida e ajudou a confirmar a hipótese. Posteriormente, a identidade foi confirmada por meio das impressões digitais, em São Paulo.

A Polícia Científica também encontrou vestígios de sangue na casa do suspeito, incluindo em um colchão, um chinelo e uma mochila que, segundo os investigadores, pertencia a Marciel. Uma faca apontada pela polícia como usada no crime também foi apreendida.

Marciel é natural de Santa Rita de Cássia (BA), é açougueiro e possui antecedente por violência doméstica, segundo a reportagem do g1. Ele permanece preso temporariamente enquanto as investigações prosseguem.

Redação

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