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Advogado é baleado e vice-prefeito de Colina é apontado como principal suspeito do disparo

 Advogado é baleado e vice-prefeito de Colina é apontado como principal suspeito do disparo

Marcos Aurélio Abe, advogado e professor de artes marciais, foi baleado no domingo (8) e socorrido em estado grave para a Santa Casa de Barretos.

O vice-prefeito de Colina, Rafael Corrêa Rodrigues (PP), é investigado por suspeita de ter atirado contra o advogado e professor de artes marciais Marcos Aurélio Abe, de 45 anos, na noite de domingo (8). As primeiras informações foram divulgadas pelo portal g1.

Segundo a reportagem, a vítima foi socorrida e encaminhada para a Santa Casa de Barretos, onde permanece internada em estado grave.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no plantão da Polícia Civil do Estado de São Paulo em Barretos, o caso foi registrado como tentativa de homicídio. Policiais militares informaram que estavam realizando escolta de preso no Hospital Municipal de Colina quando um homem baleado deu entrada na unidade, socorrido por populares.

Rafael Corrêa Rodrigues, vice-prefeito de Colina, é investigado pela Polícia Civil como suspeito de efetuar o disparo durante uma discussão ocorrida na cidade.

Ainda conforme o registro policial, testemunhas relataram que teria ocorrido uma desavença familiar. A vítima teria ido até o local onde estava o suspeito portando um simulacro de arma de fogo, quando houve uma discussão entre as partes. O vice-prefeito possui porte de arma e, durante o desentendimento, teria ocorrido o disparo.

O tiro atingiu a região próxima à axila direita de Marcos Aurélio. De acordo com os policiais, há indícios de que o disparo ocorreu quando ele estava dentro de seu veículo, um Chevrolet Onix branco, onde foram encontradas manchas de sangue no interior.

O suspeito não estava no local quando a polícia chegou. O boletim também aponta que câmeras de monitoramento em residências próximas podem ter registrado a ocorrência, e as imagens devem auxiliar na investigação.

O caso será apurado pela Polícia Civil.

Em nota, a Prefeitura de Colina afirmou que a situação envolve uma questão de natureza pessoal, no âmbito privado, sem relação com a gestão administrativa ou atividades do poder público.

Redação

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