“O Diabo Veste Prada 2” aposta em humor ácido, nostalgia e críticas ao ambiente de trabalho moderno
“O Diabo Veste Prada 2” aposta em humor ácido, nostalgia e críticas ao ambiente de trabalho moderno
O Diabo Veste Prada 2 chegou aos cinemas trazendo uma continuação mais pé no chão, mas sem perder o humor ácido que transformou o primeiro filme em um clássico dos anos 2000. A nova história atualiza aquele universo corporativo da moda para os tempos atuais, brincando com mudanças no ambiente de trabalho e nas relações profissionais.
Um dos momentos mais divertidos do filme é justamente ver Miranda Priestly lidando com regras modernas de RH, incluindo cenas em que a personagem é reprimida pela própria secretária. O contraste funciona muito bem porque mantém a essência autoritária da personagem, mas coloca ela em um cenário onde certas atitudes já não passam tão facilmente.
Além do retorno do elenco original, o filme aposta em alguns plot twists bem encaixados, criando espaço para redenção e crescimento dos personagens sem parecer algo artificial. Cada personagem encontra seu momento de evolução, o que ajuda a continuação a existir por mérito próprio, e não apenas pela nostalgia.
A dublagem brasileira também merece destaque, principalmente pela forma como preserva o sarcasmo e o ritmo das interações, algo essencial em um filme tão baseado em diálogos afiados. Isso reforça ainda mais o clima nostálgico da obra, que consegue revisitar personagens clássicos sem parecer presa ao passado.
Ficha técnica
- Título original: The Devil Wears Prada 2
- Gênero: Comédia dramática
- Direção: David Frankel
- Roteiro: Aline Brosh McKenna
- Elenco principal:
- Meryl Streep
- Anne Hathaway
- Emily Blunt
- Stanley Tucci
- Duração: 1h59
- Classificação indicativa: 12 anos
- Ano: 2026
Onde assistir
· O filme está me cartaz nos cinemas.
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