08 de Setembro de 2017 às 09:14Aquino José

O outro lado do bisturi


Fauze Daher esperou na galeria da Câmara mas não foi ouvido. (Foto: Aquino José)

NOS TEMPOS DOS FESTIVAIS ESTUDANTIS

Muita gente lembra dos tempos dos festivais musicais na cidade. Em julho de 1986, o Colégio Soares de Oliveira promoveu o 1º FEMUSO (Festival Estudantil de Música Popular Brasileira do Soares”. Na coordenação estava João Carlos Soares de Oliveira, o “Juninho”.  O evento recebeu 63 inscrições, das quais 18 foram escolhidas para uma eliminatória. Foram selecionadas 8 composições para a grande final que aconteceu na noite do dia 27, no ginásio da escola. Sandra Maria Avelino, com a música “Passaredo”, ficou em terceiro lugar. Na segunda posição ficou a canção “Certeza”, de Rosimeire Cristina Bitencourt, que ainda foi eleita a melhor intérprete. Os parceiros Cacá Lapicirela e Rogério Ferreira da Silva venceram o Festival com a composição “Cora Coralina”, que também foi premiada como o melhor arranjo. O conhecido Netinho Scavacini também ficou entre os melhores compositores, mas não foi premiado. O mesmo aconteceu com Servilho Brito da Silva, Karina Meinberg e Renato Idalgo de Souza.


O OUTRO LADO DO BISTURI

A presidência da Câmara Municipal agendou para a sessão de segunda-feira (11) a fala do diretor clinico da Santa Casa e ex-vereador Fauze Daher. Ele deve contestar afirmações do gestor do hospital, Henrique Prata, realizadas na tribuna do Legislativo no mês passado. O médico tentou se pronunciar na última reunião, mas foi vetado pelo presidente Leandro Anastácio (SD).

 

ESPERANDO A GRANA DOS IDOSOS

O prefeito Guilherme Ávila (PSDB) disse que está buscando recursos no Fundo do Idoso. A meta da atual administração é inaugurar um Centro de Convivência na zona sul e posteriormente na zona norte da cidade.

 

CRECHE, ESCOLA E UBS NA AGENDA

A Prefeitura aguarda confirmação da liberação de verba governamental para a construção de creche e escola no bairro Vida Nova Barretos. A Unidade Básica de Saúde no bairro vai demorar um pouco mais, admitiu o prefeito Guilherme Ávila (PSDB).

 

PROMETEU MILHÃO, MAS NEM CENTAVO VEIO

Segundo o atual prefeito, teve vereador que anunciou que conseguiu recursos no valor de R$ 1,5 milhão para a reforma de cinco campos de futebol. Contudo, ainda não veio nenhum centavo, disse Guilherme Ávila (PSDB).

 

PRESENTE DE PAPAI NOEL

Embora sem data definida, a Prefeitura de Barretos espera que em dezembro seja realizado o concurso público para preenchimento de mais de 600 vagas.

 

UM INFERNO TODINHO SEU

“Cada um vai pro inferno que quiser”. Frase do vereador Otávio Garcia (DEM) ao falar sobre o direito de crença religiosa de cada pessoa. Ele se confessou devoto de Nossa Senhora Aparecida.

 

UMA FROTA DE TERCEIROS

 O vereador Raphael Oliveira (PRP) não vê justificativa plausível para a prefeitura terceirizar a frota escolar.

 

UM VEREADOR DOIDÃO

Na tribuna da Câmara, vereador Aparecido Cipriano (PP) contou que quando nasceu os médicos diagnosticaram que ele morreria ou ficaria deficiente mental. A mãe fez promessa à Nossa Senhora Aparecida e ele não morreu. “Não sei, mas pode ser que fiquei doido”, concluiu.

 

ESPALHANDO AS LABAREDAS

O vereador Carlão do Basquete (PROS) acredita que tem gente propositalmente colocando fogo nos canaviais. “Uma maldade”, comentou na tribuna da Câmara.

 

ECUMÊNICO, SIM SENHOR!

Evangélico há 18 anos, o vereador Fabrício Lemos (PSL) disse que é amigo do bispo Dom Milton Kenan Junior. O edil fez uma pregação religiosa na última sessão do Legislativo.

 

AS PENOSAS TOMARAM CONTA DO LUGAR

Segundo o vereador João Mulata (PSDB), as pombas tomaram conta do Cavalgando para o Futuro, no bairro Christiano Carvalho. Ele pediu providências para o local. “A situação está insuportável”, disse.

 

TEM DE TUDO NAS IGREJAS

Pastor Elson Santos (PRB) afirmou que existem pessoas desequilibradas que falam besteiras. Contou que faz 25 anos que se converteu na Igreja Universal do Reino de Deus e respeita todas as religiões.

 

DICA DE LEITURA

Sugestão de leitura da semana é “Cale a boca, jornalista!”, de Fernando Jorge, editora Novo Século. O livro aborda o ódio e a fúria dos mandões contra a imprensa brasileira.


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