06 de Julho de 2019 às 17:05

Para ex-prefeito, Guilherme Ávila tentou desviar atenção de CPI


"A CPI começou a trazer a público alguns fatos graves e o prefeito tentou impedir. Sabemos que tem muitos fatos graves na prefeitura e quanto mais mexer, mais vai vir a tona. Tentar impedir que a população tome conhecimento disso é um crime." A frase foi dita pelo ex-prefeito Uebe Rezeck neste sábado (6) durante seu programa semanal na Rádio Jornal. 

Em despacho emitido na segunda-feira (1º), o juiz Douglas Borges da Silva, da 3ª Vara Cível de Barretos, julgou extinto o mandado de segurança impetrado pelo prefeito Guilherme Ávila (PSDB) contra os vereadores João Roberto dos Santos (PSDB), Paula Oliveira Lemos (PSB), Luiz Umberto de Campos Sarti (PTB) e Raphael Dutra (PSDB) que pedia a suspensão dos trabalhos da CPI dos Contratos. 

Para Uebe, a tentativa de desviar a atenção está muito clara e acredita que o Tribunal de Contas e o GAECO [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado] trarão revelações muito graves. "Acredito que a 'máfia dos holerites' e a 'máfia do instituto' tenha pessoas importantes envolvidas. Acho que o GAECO está demorando para trazer suas conclusões, portanto, demora, mas não falha. Em pouco tempo vamos ter tudo esclarecido." - disse. 

Contou que a saída do presidente do IPMB [Instituto de Previdência do Município de Barretos] (Carlos Alberto Vasconcelos Macedo Diniz) que não estava envolvido no esquema, deixou dúvidas no ar e precisa ser apurado. 


CPI do Instituto de Previdência

Segundo o ex-prefeito, quando querem ir realmente a fundo, a CPI traz revelações importantes, como foi na CPI dos Contratos. "Tem CPI para esconder as coisas e tem aquelas para desvendar e mostrar. Se esta CPI do IPMB trabalhar de verdade, trará muitos dados que a população desconhece." - explica.

Publicidade

Fale com a gente pelo e-mail

contato@jornalosertanejo.com.br
Participe com sugestões, dicas, comentários e denúncias.

Enquete

Resultados

Podcasts

Publicidade
Publicidade