13 de Dezembro de 2018 às 11:27

Pesquisa demonstra que aumenta a busca por segurança residencial no Brasil


A sensação de insegurança dentro de casa fez aumentar o número em residências que investiram em sistemas de segurança nos últimos 12 meses, é o que indica a Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela SMG com exclusividade para a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país.

De acordo com o levantamento, os consumidores finais estão encabeçando as demandas do setor. No último ano, 69% dos prestadores de serviços atenderam projetos para residências. Entre as principais solicitações estão videomonitoramento e sistemas de alarme com e sem fio. 

As câmeras de videomonitoramento IP são os produtos mais vendidos do setor de segurança pública e patrimonial. De acordo com o levantamento, as câmeras IP representam 36% dos produtos mais vendidos – encabeçando a lista. 

No entanto, as câmeras analógicas ainda representam uma boa parcela de vendas no Brasil – 30%. Ainda assim, dentre as empresas que atendem ao setor de videomonitoramento, 82% trabalham com serviços e produtos IP, enquanto 72% ainda trabalham com soluções analógicas. 

A pesquisa ainda mostra que 75% do mercado de segurança é composto por prestadores de serviço. O número indica que o setor atrai empreendedores em todo o país e o videomonitoramento é a área de atuação de 90% dos prestadores de serviço.

Ainda na lista dos produtos mais trabalhados pelos prestadores de serviços estão os sistemas de alarmes com fio e sem fio – 89% e 74%, respectivamente; seguidos pelo Controle de Acesso, que compreende 71% dos serviços prestados e ainda Softwares (49%) e Rastreadores (25%). 

O mercado de segurança está otimista para 2019, 95% da indústria pretende lançar novos produtos no próximo ano, mesmo que para 46% dos entrevistados a carga tributária é ainda o principal desafio. 

Para os próximos três anos as principais apostas do segmento são: o uso de aplicativos de segurança em dispositivos móveis com 94%, plataforma na nuvem para integração de sistemas de hardware e software com 84%, automação residencial integrada ao sistema de alarme com 81%, IoT com 80%, serviços de automonitoramento com 64%, portaria remota com 60%, sistemas de inteligência aplicada para análise de comportamento com 55% e monitoramento por áudio com 27%.

A pesquisa foi apresentada hoje durante o Congresso da ABESE, que acontece no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo.

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