22 de Novembro de 2018 às 19:36

Líder do PSL teme rasteira política


Fabrício Lemos crê num bom governo de Jair Bolsonaro. (Foto: Aquino José/ Seven Press)

"Eu tinha uma base muito boa e bastante relacionamento. Comecei na política pelo PV por indicação do Luiz Carlos Anastácio, o "Paçoca". Mas antes fiz campanha para muita gente." A frase é do vereador da Câmara Municipal de Barretos, Fabrício Lemos (PSL). Na primeira tentativa teve 596 votos e na segunda foi 1.087. 

Na terceira tentativa mudou de partido por indicação do pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus - Ministério Madureira. "Ele disse assim para mim: 'você precisa ter coragem e sair como cabeça de chave. Então fui para São Paulo e me filiei provisoriamente no PSL." - disse. Depois sofreu uma tentativa de golpe de Eduardo Petrov que tentou pegar o PSL em 2016. "Ele não se sustentava mais no PT, então publicaram uma [notícia falsa] no jornal Tribuna Popular e enviaram para o partido." Conta que a notícia dizia que Fabrício estava se encaminhando para o PSDB. "Provei que era mentira e me aceitaram no partido. Fui eleito com 701 votos." 

Revela que após a eleição de Jair Bolsonaro, tem muitos oportunistas querendo encostar no PSL, "mas eu tenho cuidado, para não sofrer rasteira." Em 2020 o PSL quer eleger mais um vereador em Barretos, mas pode chegar a três de acordo com as contas de Fabrício. Precisaremos de menos de 500 votos cada."

Fonte: Igor Sorente e Aquino José/ Seven Press

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