10 de Novembro de 2017 às 11:44Aquino José

As peripécias de Luiz Carlos Arutim na ditadura


Luiz Carlos Arutim interpreta cena com Alexandra Marzo na novela Top Model da TV Globo. (Foto: Reprodução / TV Globo)

AS PERIPÉCIAS DE LUIZ CARLOS ARUTIM NA DITADURA

Em 1964, quando estourou o golpe civil militar, o ator barretense Luiz Carlos Arutim era estagiário no Teatro de Arena. Ele estava fazendo a peça do dramaturgo, ator, diretor e poeta Gianfrancesco Guarnieri, chamada “O Filho do Cão”. Foi um corre-corre danado. Uma debandada geral. O Teatro ficou fechado. A polícia na porta. Quando a poeira baixou, a turma voltou para continuar o trabalho. Já, em 1968, o ator fazia a montagem da “Feira Paulista de Opinião”. O espetáculo foi proibido. Um juiz corajoso liberou a peça. Porém, a Polícia Federal impedia os integrantes entrar no Teatro. Então, os artistas se juntavam e iam para outro teatro. Chegando lá, paravam a peça em cartaz e apresentavam um trecho da “Feira Paulista de Opinião”. Quando a polícia chegava, a turma ia para outro teatro. E assim sucessivamente. Era uma manei ra driblar a repressão e apresentar o espetáculo durante um ano. O ator morreu no dia 8 de janeiro de 1996, no Rio de Janeiro. Ele foi sepultado no cemitério municipal de Barretos.


UEBE NÃO BOTA FÉ NA CÂMARA

O ex-prefeito Uebe Rezeck (PMDB) não acredita na atual formação da Câmara Municipal de Barretos. Ele considera o Legislativo muito atrelado ao Executivo.


UMA PROMESSA FORA DOS TRILHOS

A reativação da via férrea estava no plano de governo do então candidato Guilherme Ávila (PSDB), quando surgia “uma nova esperança”. O ex-vereador já ganhou a eleição em duas ocasiões consecutivas e a linha não foi reativada.


DESCENDENTE DA FAMíLIA REAL LANÇA LIVRO

A convite do MBL (Movimento Brasil Livre), o ativista político, empresário e descendente da família real, Dom Luiz Phyilippe de Orleans e Bragança vem a Barretos no dia 12 de dezembro para lançar o livro “Por que o Brasil é um país atrasado?”


A ACELERADA EXPANSÃO URBANA

O vereador Paulo Correa (PP) quer saber se é verídica a informação de que existem de 6 a 8 loteamentos para serem aprovados na Prefeitura.


TORNEIRA SECA PREOCUPA KAPETINHA

A possibilidade de faltar água em Barretos por causa do aumento abusivo do perímetro urbano é motivo de preocupação do vereador Kapetinha (PTB).


UMA ATRASADINHA BÁSICA

O vereador Lupa (DEM) reclamou do atraso de repasses da Prefeitura para as entidades da cidade.


ZÓIO GORDO DO POVO

“O povo está de olho”, frisou o vereador Euripinho (PDT) ao alertar os seus pares para a postura do Legislativo barretense.


MULATA ESPERA UMA SOLUÇÃO PACÍFICA

Esperamos que volte a reinar a paz no meio dos servidores públicos, comentou o vereador João Mulata (PSDB) ao se manifestar sobre uma solução para a questão da insalubridade e periculosidade


CIPRIANO PREGA VALORIZAÇÃO DO POLICIAL MILITAR

 É importante que a população dê valor ao policial militar, afirmou o vereador Aparecido Cipriano (PP) na tribuna da Câmara. Em sua opinião, a Polícia Militar tem feito um excelente trabalho em Barretos.


UBS NO PERÍODO NOTURNO

O vereador Fabricio Lemos (PSL) sonda junto a Prefeitura a possibilidade do funcionamento no período noturno da UBS (Unidade Básica de Saúde) do bairro Marília.


DUTRA QUER PRESERVAÇÃO DAS TUMBAS

A preservação dos túmulos históricos no cemitério municipal é defendida pelo vereador Dutra (PSDB).


UMA BELA VISTA NA AVENIDA

A implantação de projeto de arborização e paisagismo na Via Capitão Eulálio Dornelles, que liga os bairros Nova Barretos, Nova Barretos 2 e Residencial Vida Nova foi reivindicada pelo vereador Almir Neves (PSDB).


O DESLEMBRADO PRODUTOR RURAL

Ao defender o agronegócio, o vereador Nestor Leonel (DEM) disse que os produtores rurais estão esquecidos em Barretos. Revelou também que o município tem mais mil propriedades rurais.


O INCERTO WATER-CLOSET

A presença de banheiro químico nas feiras livres é instável. “Às vezes vai, às vezes não vai”, comentou o vereador Elson Santos (PRB).


DICA DE LEITURA

Sugestão de leitura da semana é “A República Guarani”, de Clovis Lugon, publicado pela Editora Expressão Popular.


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